O que é a transição planetária?

13.06.2019

O ser humano em sua busca incessante pelo conhecimento, desde sempre percebeu que a Natureza ao seu redor segue um constante ritmo que se repete ciclicamente: gestação, nascimento, crescimento, maturidade, velhice e morte. Assim como a Natureza, todos os seres seguem também ciclos constantes através das eras.

 

Isso trouxe uma comodidade – os ciclos podiam ser antecipados e suas consequências controladas  e, ao mesmo tempo, há uma inquietação constante em querer entender, dominar e alterar estes ciclos em proveito próprio.

 

 

Os ciclos podem ser observados durante nossa passagem na Terra, mas existem outros que tomamos consciência apenas por estarem registrados há milênios. Isto nos coloca diante de questionamentos profundos sobre nossas origens e nosso destino.

 

A consciência humana deseja desvendar os mistérios, compreendendo muitas vezes grandes verdades através de mitos e crenças. A ideia de um eterno retorno nos oferece a possibilidade de nos tornarmos responsáveis por criar a maior e melhor realidade que pudermos – essa é a nossa “missão” enquanto seres aqui encarnados.

Nosso planeta atravessa períodos de intensa mudança, alguns acontecimentos são causados pela própria ação da humanidade, outros estão inseridos no grande e eterno ciclo cósmico. Como centelhas deste planeta, sentimos quando algo grandioso se aproxima, pois pulsamos no mesmo ritmo do planeta.

 

Basta verificar que, do século passado até agora, a humanidade deu um gigantesco salto em relação às conquistas tecnológicas e científicas. Em um ritmo menos acelerado, seguiram-se mudanças no comportamento social. Antigos sistemas de crenças e valores se tornaram ultrapassados e isso acrescentou mais desconforto às pessoas, trazendo a sensação de estarem desconectadas do mundo e de si mesmas.

O tempo parece escorrer das mãos e não se consegue realizar quase nada daquilo que se pretendia fazer. As reservas da Terra estão se esgotando mais rapidamente do que podem ser renovadas.

 

No ar, sente-se que atingimos o limite e que nos será cobrada a fatura em breve. Em essência, temos que reconhecer que nossa maneira de agir, trabalhar e viver já não está mais de acordo com o ritmo do próprio planeta, nem com o nosso real ser.

 

Um dos grandes princípios herméticos postula que “o que está acima é como o que está abaixo; o que está dentro é como o que está fora.” Como somos seres formados por matéria – e toda matéria é, em última instância, vibração – o Universo também vibra conosco. Recebemos suas influências e também transmitimos a tudo o que vibramos.

Habitualmente estamos com nossa atenção voltada apenas para nossa vida cotidiana e nossos problemas pessoais, assim, acabamos perdendo a visão macrocósmica. Mas temos que procurar adequar nosso viver com o macrocosmo: o Universo funciona como um grande pensamento divino.

 

Esta é a verdadeira transição que o planeta nos conclama: esforçarmo-nos por transformar radicalmente nosso sistema de crenças e valores, abandonando modelos ultrapassados que não nos servem mais e que só trouxeram destruição, ganância e morte. Nossa missão é trabalhar arduamente para nos tornarmos seres cósmicos, reencontrando nosso ritmo divino em concordância com o Universo e todas as formas de vida nele contidas.

 

 

 

 

 

 

 

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