Conheça a relação entre tratamentos integrativos, espírito e energia

Bem-estar é um termo bastante genérico e que tem diferentes concepções dependendo da pessoa e do seu modo de enxergar o mundo. Para a Consciência Universalista, bem-estar significa conseguir equilibrar e harmonizar os pilares que sustentam a vida de um ser humano: corpo, mente e alma. Dessa maneira, os tratamentos integrativos têm conquistado cada vez mais espaço na vida das pessoas, uma vez que abrange o indivíduo em sua totalidade, articulando energia, espírito e matéria. Tratamentos Integrativos e a OMS Os tratamentos integrativos têm conquistado cada vez mais espaço no meio médico e a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) já reconheceu as práticas como essenciais para agregar à medicina tradicional o que ela deixava a desejar, isto é, a visão do indivíduo em sua totalidade. No início dos anos 2000 a OMS publicou um documento, o Traditional Medicine Strategy, com as diretrizes para a medicina nos próximos anos. O documento foi atualizado, traçando as metas até o ano de 2023, e nele foi dada grande importância à medicina integrativa como forma de prevenção e tratamento de diversas doenças. Tratamentos Integrativos no Brasil Em maio de 2006, foram elaboradas as bases para a implantação da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único de Saúde (SUS). A partir de março deste ano de 2018, são 29 procedimentos, até então eram 19. Em 2017, foram realizados mais de 1,4 milhão de atendimentos aos usuários, como acupuntura, auriculoterapia e yoga. Trazendo à população muitas opções de tratamentos “não tradicionais”. A relação entre espírito, energia e tratamentos integrativos Do que é feito o ser humano? Corpo, mente e alma. E é justamente esta totalidade que os tratamentos integrativos visam harmonizar. É verdade que a medicina tradicional conquistou muitos avanços nos últimos anos e que as novas tecnologias têm proporcionado diversas possibilidades de diagnósticos e tratamentos para as doenças. No entanto, os tratamentos integrativos não têm a doença em si como foco, mas sim o ser humano, o paciente, em sua totalidade, isto é, seu corpo, sua mente e sua alma. Com isto, até mesmo o conceito de “pessoa saudável” mudou: se antes uma pessoa saudável era aquela que não tinha nenhuma doença, com a medicina integrativa passou a ser a que combina bem-estar físico, mental e social, segundo a OMS. Não são raras as doenças ou condições que surgem em decorrência de uma instabilidade emocional. Muitas vezes, medicamentos não são o suficiente para curar uma forte dor de cabeça ou uma gastrite, por exemplo. Os fármacos agem sobre os sintomas, que até podem aliviar a curto prazo, mas o tratamento apenas dos sintomas não proporciona a cura, tampouco o bem-estar pleno. É necessária uma abordagem integrativa, que não abandone as inovações da medicina moderna, mas que também usufrua do conhecimento das técnicas milenares que abrangem o indivíduo em sua totalidade. Sabemos que os desequilíbrios causam as doenças, e eles podem ser da alma, da energia e da psique. Os tratamentos espirituais proporcionam um auxílio diretamente relacionado as causas dos desequilíbrios, muitas vezes relacionados com interferências espirituais, questões trazidas pela alma de outras encarnações, questões a serem trabalhadas para liberar a pessoa para a sua cura no aqui e agora. Os tratamentos energéticos liberam o corpo e a psique das contaminações energéticas das pessoas, ambientes, e atuam ativando o fluxo das energias do próprio campo do indivíduo, favorecendo que um novo campo seja estabelecido e que a cura emocional, mental e física possa se efetivar sem as interferências. Somando a cura do espirito, campo energético, mente, emoções e corpo teremos uma pessoa integrada e realmente saudável. Fonte: www.conscienciauniversalista.com.br

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